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Percebeu o homem que dormia apoiado na seringueira que nada daquilo acontecia de fato, mas que as pessoas acreditavam, e era a imaginação que interagia com aquele ser Elemental. Ele era o ser Elemental. Ele era aquela força maligna nascida nos confins do universo. Ele era aquele poder que alucinava. Não. Ele não era. Ele não percebeu que não era, porque num momento confuso, ele próprio começou a dilacerar o próprio rosto com suas garras, e forçava para que sua mandÃbula se deslocasse e, com tanta força que a loucura lhe dava, arrancou-a com violência do rosto. Gritava, enquanto destruÃa a si mesmo, numa queda livre súbita. Enquanto era sugado pela boca gigantesca daquele ser incomensurável.